Sexta-feira, 21 de Março de 2008

Nova Fase

Desiti de escrever o que sempre tentei escrever. Tentarei criar um blog de contos.

Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008

E no final: Só Ela

Sábado, 11 de Agosto de 2007

Sobre Os Textos Longos

"O futuro é um fantasma de mãos vazias que tudo promete, mas nada possui."
(Victor Hugo)
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A verdade é que os textos curto enquanto ser e para si expressam a realidade de seu propósito, ou alguma dimensão dele. Enquanto, os textos longo servem para não dizer nada em si, ou seja, uma antitese de sua teórica real função, os textos curtos fazem o mesmo, porém não há perda do trabalho intelectual investido na leituras de linhas inuteis como é perceptível nos textos prolixos.
Logo, esse texto que pretende ser inútil de uma forma filosoficamente correta não pode exceder a proxima linha. Então, chegamos ao ponto final.

Quinta-feira, 19 de Julho de 2007

Verdade Contestavel

"Nos tempos de tristeza
Tive o tanto que era bom.
Eu tive o seu veneno e o sopro leve do luar."
(Legião urbana)
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Uma coisa é certa. Existe uma verdade una e incontestavel. O que o álcool constroi nada destroi. Sim leitor, a frase foi mudada. Nada, nem mesmo o álcool consegue destrui o que por ele foi constituido. Assim, é a vida. No mais, saudades.

Terça-feira, 10 de Julho de 2007

Texto incompleto

Todos acham que eu falo demais
E que eu ando bebendo demais
Que essa vida agitada
Não serve pra nada
Andar por aí Bar em bar, bar em bar
(Demais, Tom Jobim)
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Entendo que depois de quase vinte anos fui entender realmente o significado de algumas coisas. Não sei ao certo o que eu deveria sentir em relação a isso. Felicidade por ter finalmente ter encontrado umas resposta?Acho que não. Faz mais sentido para mim, uma tristeza que vem da certeza que os últimos anos, últimos sentimentos, últimas ações, foram apenas ações egoísta, chulas, sem sentido e, por fim, inúteis.

(talvez, eu escreva mais sobre o que penso nesse momento. Talvez, não. Por enquanto, fiquem com esse pequeno texto incompleto)

Quarta-feira, 4 de Julho de 2007

Texto sem Propósito

O sol ensolarará a estrada dela
A lua alumiará o mar
A vida é bela O sol, a estrada amarela
(Chico Buarque de holanda)
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A muito não vejo as linhas encherem e os parágrafos se formarem constituindo um novo texto para o falido blog que você lê agora. Costumo pensar, que insisto em escrever, me, porque cada vez que me sento em frente ao PC, e escrevo aleatoriamente o que em minha cabeça vem, me sinto aliviado. Nesse último mês que se passou desde meu texto anterior, muitas coisas eram fortes suficientes para me fazerem sentar novamente na cadeira e jogar tudo em cima de vocês que lêem esse pequeno recanto de minhas idéias. Porém, não escrevi nada. Escrevo, agora, pois não consigo dormir. Como às vezes uma insônia é proveitosa!

Gostaria de acreditar que minha falta de sono é em decorrência de qualquer fator irrelevante. Não leitor. Não acho que seja isso. Existe uma peça fundamental no tabuleiro que é minha vida. Tal peça é o Destino, por boa parte do mês passado eu tinha desisto de competir com ele. Pensei em escrever sobre isso. Que finalmente desistia, que não havia como desconsidera-lo, assumia a derrota, conseqüências e o que mais quisesse, apenas pedia um pouco de paz. Todavia, ele não ficou nem um pouco comovido com minhas suplicas, pelo contrário, fez o que podia para tornar minha vida insuportável.

Como sempre leitor, alguns em especial, estarão se perguntando: “Então a culpa não é sua?” posso responder de imediato, sim sou culpado. Culpado pela minha insegurança, apatia, frieza e todas as idiotices práticas, sou culpado também pelos meus impulsos que não levaram a lugar algum e apenas trouxeram problemas, até mesmo por tudo aquilo que fiz sobre o efeito de qualquer tipo de embriaguez, seja ela por poesia, amor, álcool, ou por qualquer outro sentimento. Entretanto, peço a você que me lê, que considere algo, atrás de cada ato falho, normalmente uma estocada surgia do lugar mais ilógico e me perseguia. Em nenhum momento nesse ano maldito (maldito por nele não ter sido feito nada de proveitoso) puder tomar alguma decisão importante com todas minhas faculdades mentais estabilizadas.

Agora, estará o leitor pensando, não passa de um coitado esse rapaz. Talvez, essa foi a pior leitura que fizeram de mim. Risos. É impressionante, algum em queria ter a oportunidade de me analisar pelo olhar de outra pessoa. São pouquíssimas as pessoas que conheço que fazem uma leitura mais próxima do que entendo por “eu”. E não me venham com aquele papo que existem vários “eu” em um individuo. Esse tipo de assunto começa a me entediar.

Somente assumo que errei. Para dizer a verdade erro com freqüência. Minha vida pode ser resumida em um compendio de erros. Não leitor, não pense que estou me lamentando. Longe disso, não costumo de lamentar, lamento são para pessoas que se arrependem do que fizeram, como bem sabe, sou arrogante demais para me arrepender de algo que pratiquei. Alguma pouca coisa faria diferente. Somente algumas. Um grande amigo diria que uma das coisas que eu mudaria seria relevante o suficiente para ter como efeito a impossibilidade de escrever esse texto. Opiniões a parte, continuemos com essas pequenas constatações.

Um conhaque caberia bem agora. A sim. Voltemos ao motivo de minha insônia. Tenha certeza leitor, esse é o inicio do fim. Hoje 4 de junho de 2007, se o que eu cogito seja verdade, com um pequeno empurrãozinho do destino a ultima estocada que faltou ser dada em meu ser, será finalmente concedida.

Tenho certeza disso leitor, falo isso porque com uma facilidade assustadora esquecerei dessas linhas que você lê, muito provavelmente elas somente me chamarão a atenção quando novamente as ilusões que tanto criam me joguem no chão outra vez. Mas, entenda leitor, se uma das peças não fosse movida, não aconteceria nada. Contudo, começo a ver a movimentação das peças e essa movimentação cominará em jogadas arriscadas e determinadas.

Não me atrevo a dizer, efetivamente o que me pertuba. Risos. Mudei de idéia. Estou animado agora, estava relendo tudo que escrevi até agora, tudo não passa de besteira. Risos. A vida é bela, o sol e a estrada amarela.

Segunda-feira, 11 de Junho de 2007

Lua Nova

- Eu sou seresteiro, poeta e cantor
- O meu tempo inteiro, só zombo do amor
- Eu tenho um pandeiro
- Só quero um violão
- Eu nado em dinheiro
- Não tenho um tostão...Fui porta-estandarte, não sei mais dançar
- Eu, modéstia à parte, nasci prá sambar
- Eu sou tão menina
- Meu tempo passou
- Eu sou colombina
- Eu sou pierrô
( Chico Buarque de Holanda)
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Estive fora por alguns dias. Nesse pequeno espaço de tempo algumas coisas ocorreram, talvez não tenha sido tão pouco tempo assim. Bom, infelizmente grande partes das coisas ocorridas não são agradáveis.

Apenas direi uma. Fiquei sabendo por alto, que o último personagem relatado aqui desapareceu, alguns dizem que ele fugiu, outros dizem que morreu, mas, não possuem idéia nenhuma do que o matou. Eu, não poderia afirmar com certeza o que ocorreu enquanto estive fora, apenas tenho impressão que nosso amigo não está morto, apenas deu um tempo para si em algum lugar.

Não tenho mais nada a acrescentar sobre o que descobri com meu retorno, apenas senti necessidade de informar a você leitor que aquele pobre infeliz pode não estar mais entre nós.


Passemos a um dialogo que presenciei enquanto estive por aí, não tenho certeza se conseguirei transpor-lo na integra já que eu estava ouvindo essa conversa de longe e faz algum tempo que a ouvi.

─ Estou constituindo minha normalidade em cima das outras pessoas. Me parece que a cada dia que passa muitas das minhas duvidas são minimizadas, mas para isso, pago um preço que algum dia poderá ser caro.

─ Que idéia estranha. Não tem nada melhor para pensar. Está parecendo aqueles adolescentes em plena crises existências de seus 16 anos ─ Disse um segundo rapaz, que acabará de ascender um cigarro.

─ Só em sua cabeça adolescente com 16 anos pensam coisas desse tipo. Só porque você nos seus 16 anos pensava essas coisas não venha universalizar isso.

─ Realmente, tenho que aceitar que nossos jovens estão perdidos, ele são fúteis, uma hora dessas devem estar se drogando e se pegando por algum canto, sem ao menos se preocuparem com questões básicas.

─ Já pensei como você, a alguns anos concordaria a plenos pulmões com o que diz. Mas, hoje tenho minhas duvidas. Por acaso, algum dia você pensou que quem está errado é você com essa sua idéia definida?

─ Não digo que minha forma de viver é a melhor, apenas acho que eles são fúteis, e isso não está ligado com um possível engano meu.

─ Novamente você está enganado, suas concepções forjam suas idéias sobre o que é fútil. E nisso tenho certeza, que estarei com um pouco menos de duvida e você estará com um amontoado delas quando terminarmos esse dialogo.
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─ O que te faz pensar isso?

─ Não sei ao certo, mas acredito que de certa forma, eu sugo algumas certezas das pessoas com que eu converso e a elas passo minhas duvidas.

─ Falemos então sobre o que eu mais tenho duvidas, para tentar comprovar que essa teoria é uma furada.
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─ Falaremos sobre o que?

─ Sobre Bebida e Amor.

─ Interessante.

(Em outra oportunidade continuarei o dialogo, estou morrendo de sono e a água de beber me atrapalha um pouco).